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Ciências Sociais
ESTADO, CLASSE E MOVIMENTO SOCIAL. AUTOR: CARLOS MONTANO; MARIA LUCIA DURIGUETTO - Cortez

ISBN: 9788524916724
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INFORMAÇÕES DO PRODUTO

CORTEZ.

Os conceitos de Estado, classe e movimentos sociais estão entre os mais controversos no campo do pensamento social. Os autores deste livro deixam claro o ponto de vista teórico que adotam no tratamento destes conceitos: o marxismo. Mas não deixam de apresentar e comentar também outros pontos de vista, enriquecendo assim o tratamento dos abordados. O resultado final é uma excelente introdução a estes conceitos fundamentais, que sabe combinar uma linguagem acessível com profundidade teórica.
Carlos Nelson Coutinho

Sumário

Apresentação; Parte I – Conceitos fundamentais: Estado e Classes; Capítulo 1 – O Estado Moderno e a sociedade civil nos clássicos da teoria política; 1. O Jusnaturalismo e a gênese do Estado nos contratualistas; 1.1 – O “Estado de Natureza” e o “Estado Civil” em Hobbes e Locke; 1.2 – O “contrato social” e a “vontade geral” em Rousseau; 2. Estado e sociedade civil e Hegel; Sociedade civil e Estado na tradição marxista; 3.1 – Sociedade Civil ou Burguesa e Estado – Base e Superestrutura – em Marx; 3.2 - O Estado e a Revolução em Lênin; O Estado ampliado em Gramsci e sal teoria da revolução e sua teoria de revolução; 4. O papel do Estado e a “liberdade” no pensamento liberal ; 4.1 – O “associativismo” da sociedade civil no pensamento liberal de Tocqueville; 4.2 – O Estado intervencionista em Keynes; 4.3 – O lugar do mercado, do Estado e da sociedade civil no neoliberalismo de Hayek; 5. Weber e o Estado racional moderno; 6. O “Mundo da vida” e o Sistema no pensamento de Habermas; Capítulo 2 – Classe Social, consciência de classe e lutas de classes; 1. Capital e trabalho no modo de produção capitalista (MPC); 1.1 – O capital no MPC; 1.2 – O trabalho: dimensões ontológica e histórica; 2. As constituições das Classes Sociais no MPC; 2.1 – O fundamento estrutural das principais classes no MPC; 2.2 – A tendência a bipolarização das classes; 2.3 – Os níveis de concretização das classes e suas multiplicidade e heterogeneidade; 2.4 – Algumas classes sociais; 2.5 – “Classe em si” e “classe para si”; 3. Consciência social e consciência de classe; 3.1 – Caracterização da vida cotidiana; 3.2 – A primeira forma de consciência social na vida cotidiana; 3.3 – Consciência e alienação; 3.4 - Consciência reivindicatória e sindical; 3.5 – Consciência e ideologia; 3.6 – Consciência de classe; 3.7 – Consciência de classe e o intelectual; 4. Os processos de lutas; 4.1 – Dois reducionismos na análise das lutas de classes: mecanicismo e voluntarismo; 4.2 – Dois objetivos das lutas de classe: sindical e revolucionária; 4.3 – Lutas de classes e lutas sociais; 5. A organização da classe trabalhadora: o sindicato e o partido; 5.1 – Concorrentes sindicais; 5.2 – O partido político; 6. Centralidade da questão de classe, sujeito de transformação social e emancipação; 6.1 – A centralidade da questão de classe como fundamento do MPC; 6.2 – O debate do sujeito da transformação social; 6.3 – Emancipação política humana; Sugestões bibliográficas; Sugestões culturais: filmes e músicas; Parte II – O Estado no capitalismo monopolista e as lutas de classes; Capítulo 1 – O Estado de “Bem-Estar” e as lutas trabalhistas no regime de acumulação fordista/keynesiano (do segundo pós-guerra à crise de 1973); 1. O Estado e o capitalismo no estágio dos monopólios: acumulação e legitimação dos capitalistas e conquistas dos trabalhadores; 2. A “estratégia hegemônica” do capital (produtivo) no pós-guerra e as lutas trabalhistas: o regime de acumulação fordista/keynesiano; 3 As funções do Estado no segundo pós-guerra; 3.1 – O crédito estatal para a produção em massa na grande indústria; O investimento estatal em tecnociência; 3.3 – O investimento estatal na infraestrutura para a produção e o consumo; 3.4 – Políticas públicas e “salário indireto” para a produção capitalista e a formação de força de trabalho; 3.5 – Políticas públicas e “salário indireto” para consumo em massa; “Pleno Emprego”, consumo estatal e outros incentivos; 3.7 – Ação social estatal, direitos trabalhistas e civis para a redução da conflitividade social e a legitimação e reprodução das relações sociais e da ordem vigente; Capítulo 2 – A (contra)reforma do Estado no regime de acumulação flexível (pós 1973); 1. O novo cenário mundial e a atual crise do capital; 1.1 O surgimento e expansão dos “Tigres Asiáticos”, o modelo industrial toyotista e a “crise do fordismo”; 1.2 – A crise capitalista mundial; 1.3 – A financeirização do capital e a “crise do modelo de regulação keynesiano”; 1.4 – A crise do bloco soviético; 1.5 A constituição de um mercado capitalista mundial (“globalização” ou “mundialização do capital”); 1.6 – Os impactos nas lutas de classes; 2. A resposta do capital à crise, no novo cenário mundial: o projeto neoliberal; 2.1 - A ofensiva contra o trabalho; 2.2 – A reestruturação produtiva; 2.3 – A (contra) reforma do Estado; 3. O Consenso de Washington para a América Latina; 4. A situação atual das lutas de classes; 4.1 – A reestruturação produtiva golpeia o trabalhador: os impactos nas condições de trabalho, direitos e salários; 4.2 – A busca do grande capital por ampliar lucros em contexto de crise, acirrando a exploração do trabalhador: a tendência à atitude “individual defensiva” do trabalhador; 4.3 – A crise na consciência de classe do trabalhador: a substituição pós-moderna da classe pela “identidade” e da exploração pela “exclusão”; 4.4 – Pulverização e heterogeneização do trabalho: a substituição das lutas de classes por “ações sociais” e “parceria” e a perda do poder de barganha do trabalhador; 4.5 – Com a diminuição do poder do trabalhador, o aumento do poder do grande capital; Sugestões bibliográficas; Sugestões culturais: filmes e músicas; Parte III – Os Movimentos Sociais: sujeitos, projetos e espaços das lutas sociais; Capítulo 1 – Movimentos de Classe (Sindical) e Movimentos de Libertação Nacional; 1. O contexto histórico da expansão das organizações sindicais; 1.1 – Antecedentes das lutas dos trabalhadores; 1.2 – As Associações Internacionais de Trabalhadores; 2. Os movimentos sociais clássicos: movimento sindical no Brasil; 2.1 – Movimento sindical no contexto da industrialização brasileira; 2.2 – O “Novo Sindicalismo” e a CUT no contexto da redemocratização; 2.3 – O sindicalismo no contexto neoliberal; 3. As lutas e movimentos pela libertação nacional na América Latina; Capítulo 2 – Os chamados “Novos Movimentos Sociais” (NMS); 1. O contexto da emergência dos “Novos Movimentos Sociais” na América Latina: Guerra Fria e a expansão capitalista; 1.1 – As revoluções socialistas e libertárias; 1.2 – As respostas imperialistas: a cooptação ideológica e as ditaduras militares; 1.3 – O Maio Francês de 1968: rebeldia e contestação; 2. Os “Novos Movimentos Sociais” na América Latina; 2.1 – Duas distinções para conceituar os Movimentos Sociais; 2.2 – O aparecimento dos chamados “NMS”; 2.3 -  As condições históricas de emergência dos Movimentos Sociais na América Latina e no Brasil; 2.4 – Movimentos sociais na América Latina e no Brasil; 2.5 – Movimentos sociais no contexto neoliberal; 3. O projeto “ Terceiro Setor” no contexto neoliberal; 3.1 – Atores e projetos do chamado “Terceiro Setor”; Capítulo 3 -  O debate teórico dos chamados “Novos Movimentos Sociais”; 1 – O debate europeu dos “Novos Movimentos Sociais”; 1.1 – O debate dos “NMS”: a teoria acionalista; 1.2 – O debate dos “NMS”: o olhar pós-moderno; 1.3 – O debate dos “NMS”: a leitura marxista; 2. O debate dos “Novos Movimentos Sociais” (NMS) no Brasil; 2.1 – As abordagens culturalistas dos “NMS”; 2.2 – O enfoque institucional dos movimentos sociais; 2.3 – A análise marxista dos movimentos sociais; A modo de conclusão; 1. O movimento dos movimentos sociais; 2. Alguns breves comentários críticos das visões culturalistas; 3. Panorama das lutas sociais no cenário contemporâneo; Sugestões bibliográficas; Sugestões culturais: filmes e músicas; Glossário; Bibliografia.

384 PÁGs.


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